The best feeling in the world for me is to be able to rollercoast on the high dunes of the Namib desert.
And I have been fortunate enough to do it several times!
I've been fascinated by the vastness of the desert since my first trip to the Sahara, back in 1990. It was a 4x4 expedition that i helped organize for a sponsor. The trip would take us from Lisbon, Portugal, to Bissau, across the Sahara in Algeria, the sahel of Mali and finally, Guinea-Bissau. At the time, there were no GPS or satellite phones, so the feeling in the middle of the Tanezrouft, the most desert of deserts, completelly flat for miles and miles, with no references other than our compass, was absolutelly overwhelming. We didn't even have wakie-talkies to talk with the people in the other cars of our convoy...
The best part was everytime we stopped the cars and killed the engines. There we were in the middle of nowhere on a baren ground, so flat that we couldn't see the end of it. That's when you get it! That's when you really know how small you are.
I enjoyed it so much that for the next 20 years I've tried to find ways to go back and to know other deserts. And i've been very fortunate because my professional route as a travel organizer has allowed me to fullfil my dream several times.
And i am always ready to go again. Can't get enough of it!
Notas soltas sobre as viagens na minha vida e a minha viagem pela vida. Anúncio de viagens futuras
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Esta Vida são Dois Dias...
... e o Carnaval são três, diz o povo! Que nome dar a um Carnaval em que em três dias se perdem dois amigos?
Despedi-me hoje do Zé Mendonça, que partiu de repente e sem aviso para a sua viagem final. Não sei explicar e não me é fácil aceitar. Subitamente, no espaço de um fim de semana, sinto que levei uma estalada que me obriga a re-equacionar tudo, mas os raciocínios perdem-se nos vazios da alma. Afinal, porquê? para quê? são perguntas sem resposta objectiva porque tudo é relativo. Tudo pode esfumar-se num segundo, tudo mesmo! Só o que fica enquanto cá estivermos é a saudade dos que já partiram e a certeza de que também havemos de ir. Tudo o resto são momentos mais ou menos longos, mais ou menos felizes, produto de oportunidades mais ou menos aproveitadas.
Conheci o Zé Mendonça em 1988, quando entrei no mundo do TT nacional e desde sempre estabelecemos uma empatia mútua muito grande. O Zé foi daquelas poucas pessoas que desde logo me "tirou a fotografia" com grande exactidão. Talvez porque, por sermos ambos do signo gémeos e nascidos com apenas dois dias de diferença, tivéssemos muitos traços em comum. Não estavamos juntos com frequência mas, quando o via, era como se tivessemos estado a tomar café na véspera. De uma inteligência viva e com conhecimentos quase enciclopédicos, imaginação bem fértil e grande sentido de humor, o Zé foi uma pessoa muito especial, um bom amigo e um grande companheiro de viagem.
Quando penso que, ainda há dois dias, ríamos ao recordar as histórias que vivemos no safari à Namibia em 2002, e alinhavávamos projectos para em breve ir visitar a sua Quinta dos Cozinheiros, sobe-me nas costas um arrepio gelado. Guardo na memória o olhar maroto do Mendonça, ao repetir os slogans que inventou para definir as viagens que organizo. Será uma das recordações-tesouro com que tentarei sacudir as saudades.
Tenho pena de não ter estado mais com o meu amigo, de não o ter conhecido melhor.
... porque a passagem por esta vida é, de facto, sempre curta, devería ter pressa de viver devagar as pessoas boas que nela encontro. Como o Zé Mendonça.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Até já, Zé Megre
Foi embora para uma viagem sem regresso, o Zé Megre, meu amigo querido, meu mentor, o homem que, entre tantas outras coisas, me ensinou a viajar... Fica um vazio enorme, dorido, sem sentido, mas fica também o orgulho de ter tido o privilégio de o conhecer tão profundamente, de ter partilhado com ele tantos, tantos momentos, tantas ansiedades, tantas alegrias e algumas tristezas durante os últimos 20 anos. Fica-me a alegria de ter podido aprender com ele, de ter podido estar ao seu lado, de ter podido viajar muitos milhares de quilómetros conduzida por ele. E a recordação, que guardarei para sempre no coração, das suas histórias, do seu humor ímpar, da curiosidade que tirava qualquer um do sério, da insatisfacção permanente, das brincadeiras e de tantas gargalhadas que demos juntos, das palavras inventadas e nomes deturpados, mas também da tenacidade com que perseguia os objectivos que queria atingir, do seu imenso carisma, da capacidade de trabalho dificil de acompanhar, da coragem com que sempre pôs a fasquia mais alta, sempre mais alta.
O Zé foi embora mas não desapareceu porque há-de vir-me à ideia sempre que "descrever" uma curva, amassar um maço de tabaco, saborear uma musse de chocolate ou olhar para um chapéu de feltro preto. E estará presente nas viagens que faço porque, enquanto viajante, eu sou também um produto do Zé Megre, que me ensinou o que sei e me aconselhou sempre que precisei.
O vazio que deixou em mim, não há quem o preencha.
Esteja lá onde estiver, quem sabe talvez a fazer o reconhecimento para a primeira "TransCelestial", acredito que o Zé sabe a falta sinto.
Fica em paz, Zé Megre e (como gostavas de dizer) até já!
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Bom Ano de 2009?
Se o estado do tempo hoje é presságio para o ano todo... que dias tão cinzentos se aproximam!
Prefiro afastar-me dos pensamentos cinzentos e chuvosos e reter, para início de um novo ciclo, a luz e a cor dos fogos dos festejos de Fim de Ano. Mas não esquecendo que são fogos de "artifício", não naturais, as alegrias que lhes quero associar tornam-se improváveis, e regresso à perspectiva sem côr e sem calor que a meteorogia me sugere...
É um sentimento desagradável, o desânimo. A primeira batalha de 2009 será combatê-lo com alma, com vigor, com militância mesmo.
Embarco hoje nessa "viagem", iniciando um processo de iluminação do meu "túnel" com o estudo de mais projectos de viagem aliciantes e o desejo da sua concretização.
A todos desejo um ano de 2009 com muita luz, nem que seja apenas ao fundo do túnel!
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Calabash Safaris - Clipping
Algum feed back sobre as viagens que represento e vos anuncio neste blog. Estes trabalhos são o resultado de um percurso que organizámos para jornalistas internacionais em Junho de 2008:
http://www.showcook.co.za/namibia1.htm
http://www.youtube.com/watch?v=jBGKq8nvfZo
E outro menos recente mas não menos importante de uma viagem que fizemos para jornalistas portugueses em 2004:
http://www.rotas.xl.pt/0304/200.shtml
Venham experimentar! Ainda temos vagas para a viagem de 29 de Novembro a 9 de Dezembro. Contactem-me já!
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